Título: Os sintomas da doença
Autor: Costa, Célia
Fonte: O Globo, 26/05/2011, Rio, p. 19

SINTOMAS: APÓS A PICADA, A FORMA CLÁSSICA DA DOENÇA TEM INÍCIO ABRUPTO COM FEBRE ALTA (ENTRE 39 E 40 GRAUS), DOR DE CABEÇA (PRINCIPALMENTE ATRÁS DOS OLHOS), PROSTRAÇÃO, FALTA DE APETITE, DIARREIA, VÔMITO E ERUPÇÃO CUTÂNEA (MANCHINHAS VERMELHAS). PODE HAVER AINDA AUMENTO DO VOLUME DO FÍGADO (OCASIONALMENTE), DOR NAS ARTICULAÇÕES E NOS MÚSCULOS, ALÉM DE DOR ABDOMINAL GENERALIZADA (PRINCIPALMENTE EM CRIANÇAS). AGRAVAMENTO: A doença dura, em média, de cinco a sete dias. Após esse prazo, há regressão dos sintomas. Mas a fadiga pode persistir. É preciso especial atenção para a redução de plaquetas, concentração de hemácias e pressão baixa. O doente tem uma súbita melhora e a febre desaparece. Pode voltar, acompanhada por suores, pele pálida, com extremidades (mãos, pés, nariz) frias, pulso fraco e queda de pressão, além de dores no estômago e abaixo das costelas. Nos casos mais graves, surgem sinais de insuficiência circulatória, como pele fria, pulso rápido e fraco, agitação e torpor. Dores abdominais intensas precedem o choque hemorrágico, que pode levar à morte .

O COMBATE: Os focos do mosquito Aedes aegypti ficam normalmente em águas paradas limpas, e o mosquito transmissor prefere ficar em áreas fechadas. São caixas d¿água sem tampa, pneus velhos, lajes, ralos, calhas, pratinhos de vasos de plantas e quaisquer lugares em que possa haver acúmulo de água. A única maneira de impedir a reprodução do mosquito é vedar caixas d¿água, cobrir tonéis e proteger recipientes da chuva.