SÃO PAULO - A prefeitura de São Paulo incluirá a partir de agora na lista de prioridades do cadastro do programa habitacional Minha Casa Minha Vida gays, travestis, mulheres em situação de violência, índios e idosos que morem sozinhos. A decisão foi publicada pelo prefeito Fernando Haddad (PT) nesta sexta-feira no "Diário Oficial da Cidade".
O governo justificou a medida, alegando se tratar de setores de vulnerabilidade social. Para entrar no cadastro, todos terão que comprovar a situação de dificuldade. Pessoas que recebem atendimento em um dos albergues da capital paulista entrarão nessa cota de prioridades.
O governo promete entregar 55 mil unidades pelo Minha Casa Minha Vida até 2016.