Título: Acesso de assessores divide CPI
Autor: Fernando Exman
Fonte: Jornal do Brasil, 24/07/2005, País, p. A7
Senador dos mais antigos, com participação em outras CPIs, Jefferson Peres (PDT-AM) afirma que os vazamentos de informações sigilosas da CPI são lamentáveis, mas inevitáveis. - Esperar que dos 32 parlamentares não haja alguns que, irresponsavelmente, passe, informações à imprensa é difícil - disse o senador.
Ele concorda que o risco de vazamento aumentará se o acesso for permitido a assessores parlamentares. Mesmo assim é a favor da medida por achar que esses assistentes são de confiança, qualificados e aptos a analisar os documentos.
Osmar Serraglio afirma que a permissão para que assessores dos partidos possam consultar os documentos é uma questão a ser estudada pela direção da comissão:
- Não temos nada contra, mas é um problema funcional.
As salas que guardam os documentos da CPI ficam abertas durante a jornada de trabalho da comissão, que vai das 8h até o fim das audiências, que às vezes só terminam de madrugada. O maior fluxo de consultas ocorre entre 9h e 21h.