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dc.contributor.authorSilva, José de Ribamar Pereira da-
dc.contributor.authorBittencourt, Fernando Moutinho Ramalho-
dc.date.accessioned2017-05-16T16:24:49Z-
dc.date.issued2017-05-16-
dc.identifier.issn25254898-
dc.identifier.urihttp://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/529648-
dc.description.abstractO estudo analisa a Emenda Constitucional que limitou as despesas da União no âmbito dos orçamentos fiscal e da seguridade social, discutindo os aspectos da utilização desse mecanismo como instrumento de consolidação fiscal e os desdobramentos de cada um de seus dispositivos na implementação concreta da regra fiscal. Conclui-se que o novo regime proposto não entrega a prometida previsibilidade na contenção do gasto público, especialmente por conter “cláusulas de escape” indefinidas que ampliam a discricionariedade do Executivo na definição de quais despesas são concretamente incluídas nas condições restritivas que o Regime estabelece.pt_BR
dc.description.statementofresponsibilityJosé de Ribamar Pereira da Silva, Fernando Moutinho Ramalho Bittencourtpt_BR
dc.format.medium60 p.pt_BR
dc.publisherBrasília : Senado Federal, Consultoria de Orçamentos, Fiscalização e Controlept_Br
dc.relation.ispartofseriesOrçamento em discussão ; n. 34-
dc.subject.otherResponsabilidade fiscalpt_BR
dc.subject.otherEmenda constitucional, análise, Brasilpt_BR
dc.subject.otherDespesa pública, controlept_BR
dc.titleUma interpretação para o teor dos dispositivos da Emenda Constitucional nº 95, de 15 de dezembro de 2016, que instituiu o Novo Regime Fiscal com limites para o gasto da União, e considerações sobre sua implementação.pt_BR
dc.typeTextopt_BR
dc.typeArtigopt_BR
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