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https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/684951| Título: | Relatório de acompanhamento fiscal : fevereiro de 2025 |
| Autor(es): | Senado Federal. Instituição Fiscal Independente Silva, Marcus Vinícius Caetano Pestana da Andrade, Alexandre Augusto Seijas de Casalecchi, Alessandro Ribeiro de Carvalho Nogueira, Eduardo Jacomo Serafim Oliveira, Lucas Gabriel Martins de Souza, Pedro Henrique de Oliveira Bacciotti, Rafael da Rocha Mendonça Corso, Carmensita Leal, Gabriela Borges de Mello Leal, Lucas Vinicius Penha Martins Bomfim Domingos, Márcio Eduardo Fernandes Silva, Thuane Vieira Rocha da |
| Data do documento: | 20-Fev-2025 |
| Editor: | Senado Federal, Instituição Fiscal Independente |
| Série/Relatório no.: | Relatório de acompanhamento fiscal ; n. 97 |
| Resumo: | O principal desafio da política econômica brasileira em 2025 continua sendo o plano fiscal, apesar do cumprimento da meta de 2024. O foco deste ano deve ser a gestão da política fiscal, sem medidas de grande impacto no horizonte. O Orçamento Geral da União de 2025, a ser aprovado em março, está em fase de negociação para incorporar medidas de controle de gastos, reestimativa de receitas e novo cenário macroeconômico. Há risco de a inflação ultrapassar a meta, impactando a taxa de juros e a atividade econômica. A valorização do real pode atenuar a inflação, que apresentou redução em janeiro devido à queda das tarifas de energia. A IFI projeta um déficit primário de R$ 71 bilhões em 2025, mas não vê dificuldades no cumprimento da meta, considerando o limite inferior da margem de tolerância e a necessidade de contingenciamento. Despesas fora do orçamento, como o programa Pé de Meia e o Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais, somam R$ 20,5 bilhões. O TCU deve se pronunciar sobre a execução parafiscal dessas despesas. O RAF nº 97 alerta para a possibilidade de frustração de receitas, subestimação de despesas e superestimação de gastos com pessoal, além de incertezas nas medidas de corte de despesas. O aumento de títulos pós-fixados na dívida pública sugere uma percepção de risco mais pessimista dos investidores. A revisão do PIB e a venda de reservas reduziram a dívida bruta para 76,1% do PIB em dezembro de 2024, mas não alteram a trajetória da dívida a médio e longo prazo. |
| URI: | https://www2.senado.gov.br/bdsf/handle/id/684951 |
| Aparece nas coleções: | Notas técnicas |
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