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Título: Les livres sacrés de l'Orient : comprenant, le Chou-king, ou, Le livre par excellence. Les Sse-chou, ou, Les quatre livres
Título(s) alternativo(s): Livre par excellence
Quatre livres
Autor(es): Qur'an. Francês
Código de Manu. Francês
Shujing. Francês
Si shu. Francês
Confucio, 551-479 A.C
Biberstein-Kazimirski, Albert de, 1808-1887
Gaubil, Antoine, 1689-1759
Loiseleur-Deslongchamps, Auguste, 1805-1840
Pauthier, Guillaume, 1801-1873
Data do documento: 1841
Editor: F. Didot
Resumo: "Le Chou-king", também conhecido como "O Livro por Excelência", é uma coleção de prosa retórica atribuída a figuras da China antiga e serviu como base da filosofia política chinesa por mais de 2.000 anos. Compilada no século V a.C., "Chou-king" significa literalmente "Livro dos Documentos". Compreende uma série de discursos, diálogos e ensaios que abordam uma ampla variedade de tópicos, incluindo ética, política, filosofia, religião e cultura. Os "Quatro Livros" (Sìsh¿) são textos clássicos chineses que ilustram os valores centrais e os sistemas de crenças do confucionismo. Eles foram selecionados pelo intelectual Zhu Xi na dinastia Song para servir como uma introdução geral ao pensamento confuciano, e foram, nas dinastias Ming e Qing, o núcleo do currículo oficial para os concursos públicos. As "Leis de Manu" ou "Código de Manu" foi inscrito em sânscrito. Constitui-se na legislação do mundo indiano e estabelece o sistema de castas na sociedade Hindu. Redigido entre os séculos II a.C. e II d.C., em forma poética e imaginosa, as regras no Código de Manu são expostas em versos. No caso das Leis de Manu, o próprio Pauthier recorrera à tradução que, em 1833, Auguste Loiseleur Deslongchamps fizera da versão inglesa de William Jones, o primeiro orientalista a fixar o texto numa língua europeia. Tem sido sublinhado, a importância que o magistrado do Supremo Tribunal de Bengala e fundador da filologia comparada, William Jones (1746-1794), conferiu à fixação das tradições legais indianas através da sua tradução para inglês. Já o "Alcorão" é o livro sagrado do Islã resultante das revelações de Deus ao profeta Maomé, ocorrida ao longo de 23 anos. A palavra significa declamar ou recitar. Esta coletânea de textos editados por Guillaume Pauthier pela primeira vez em 1840 foi de grande sucesso editorial o que justificou sua sucessiva reedição.
Descrição: Inclui índice.
A página 280 impressa com o número 380.
URI: https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/863074
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