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dc.contributor.authorRocha, Justiniano José da, 1812-1862-
dc.date.accessioned2026-08-06T00:00:33Z-
dc.date.issued1860-
dc.identifier.urihttps://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/935636-
dc.descriptionEnsaio político estruturado em seções numeradas.pt_BR
dc.descriptionJustiniano José da Rocha (1812-1862) foi advogado, jornalista, escritor, professor, tradutor e político brasileiro. Como escritor, foi um dos inauguradores da prosa ficcional do romantismo no Brasil. Foi redator do jornal "Correio Oficial", tendo sido retratado em 1837 em caricatura de Araújo Porto-Alegre como um jornalista subserviente ao governo. Elegeu-se deputado para os períodos de 1843-44 e 1850-56. Traduziu para o português obras francesas como "O Conde de Monte Cristo", de Dumas e "Os Miseráveis", de Victor Hugo.pt_BR
dc.description.abstractEm 1860, Jose Joaquim Landulpho da Rocha Medrado, publicou, sob as iniciais L.M., um libelo político denominado "Os cortezãos e a viagem do Imperador", que suscitou reação por parte de alguns autores. A ele responderam Antonio David de Vasconcellos Canavarro com "A monarchia constitucional", Justiniano José da Rocha com "Monarchia - democracia", e Joaquim Pinto de Campos com "Os anarchistas e a civilisação". Segundo informa Blake, a presente resposta - que também saiu anônima - é reprodução de um artigo publicado anteriormente no Jornal do Commercio, em 23, 24 e 25 de maio daquele ano, e refuta "vitoriosamente" aquele opúsculo.pt_BR
dc.description.abstractExamina a relação entre monarquia constitucional e democracia no Império do Brasil, defendendo que ambos os princípios são complementares e indispensáveis à estabilidade política e à unidade nacional. Toma como ponto de partida a viagem de D. Pedro II às províncias do Norte e rebate as críticas formuladas em um panfleto publicado na Bahia, utilizando esse debate para desenvolver uma reflexão mais ampla sobre a organização constitucional brasileira. Estrutura-se em seções numeradas, nas quais discute a Independência, o Período Regencial, as revoltas internas, a Constituição de 1824, a função do Poder Moderador, a composição do Senado, o papel da Coroa, a definição de democracia e os riscos da anarquia e do republicanismo revolucionário. Recorre a exemplos da história do Brasil, da Antiguidade, da Inglaterra e da França para fundamentar seus argumentos. Conclui que a prosperidade e a continuidade do Estado brasileiro dependem da preservação do equilíbrio entre autoridade monárquica e representação democrática.pt_BR
dc.description.statementofresponsibilityJustiniano José da Rocha.pt_BR
dc.format.extent55 páginas ; 21 cmpt_BR
dc.publisherTyp. de F. de Paula Britopt_BR
dc.relation.isreferencedbyBlake, Sacramento. Diccionario bibliographico brazileiro. Rio de Janeiro : Typ. Nacional, 1883-1902. volume 5, páginas 271.pt_BR
dc.relation.isreferencedbyGrande enciclopédia Delta Larousse. Rev. e atualizada. Rio de Janeiro: Delta, 1974. volume 13, páginas 5887.pt_BR
dc.relation.isreferencedbyPaiva, Tancredo de Barros. Achêgas a um diccionario de pseudonymos. Rio de Janeiro : J. Leite, and Ca., 1929. páginas 188.pt_BR
dc.rightsCC0 1.0 Universal-
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/-
dc.subject.otherPolítica e governo, Brasil, séc. XIXpt_BR
dc.subject.otherMonarquia, crítica, Brasil, séc. XIXpt_BR
dc.titleMonarchia - democraciapt_BR
dc.typeLivropt_BR
dc.typeObra rarapt_BR
dc.typeTextopt_BR
local.publisher.placeRio de Janeiro-
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