Seguir
Pesquisa:
Pesquisar em notícias de jornais e revistas
Pesquisa avançada

Mostrar registro simples

dc.contributor.author Hessel, Rosana
dc.contributor.other Barbosa, Marina
dc.date.accessioned 2020-09-17T22:18:31Z
dc.date.issued 2020-08-08
dc.identifier.citation Correio braziliense, n. 20895, 08/08/2020. Economia, p. 9 pt_BR
dc.identifier.uri https://www2.senado.gov.br/bdsf/handle/id/577071
dc.subject.other Pandemia, aspectos econômicos, Brasil pt_BR
dc.subject.other Crise econômica, Brasil pt_BR
dc.subject.other Inflação, Brasil pt_BR
dc.title Inflação sobe em julho: 0,36% pt_BR
dc.type Texto pt_BR
dc.type Artigo de jornal pt_BR
bdsf.conteudo Correio braziliense, n. 20895, 08/08/2020. Economia, p. 9 Inflação sobe em julho: 0,36% Rosana Hessel Marina Barbosa 08/08/2020 O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou 0,36% em julho, na comparação com o mês anterior, quando já havia subido 0,26%. Foi a maior alta para o período desde 2016. O aumento foi puxado pelos reajustes de gasolina e de energia elétrica, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado ficou em linha com a mediana das expectativas do mercado, de 0,36%. No acumulado do ano, o IPCA registra elevação de 0,46% e nos 12 meses encerrados em julho, de 2,31%. De acordo com os dados do IBGE, a gasolina subiu 3,42% em julho. A energia elétrica avançou 2,59% no mês. No entanto, para os especialistas ouvidos pelo Correio, a aceleração na inflação em julho reforça o entendimento de que o pior da recessão provocada pela pandemia da covid-19 ficou para trás, com a interrupção do ciclo de deflação e de inflação baixa visto nos primeiros meses da pandemia. Contudo, destacam que a retomada da atividade econômica ainda é incerta. “Houve a interrupção de uma trajetória baixista da inflação, com taxas em aceleração ou positivas, inclusive em itens como vestuário. Mostra que a economia já pode ter encontrado o fundo do poço, mas a gente ainda não consegue aferir uma recuperação muito forte”, comentou o economista-chefe da Ativa Investimentos, Étore Sanchez. André Perfeito, economista-chefe da Necton Investimentos, observou que a demanda ainda fraca está ajudando a inflação a ficar abaixo do piso da meta determinada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), que é de 4% para 2020, com piso de tolerância de 2,5%. “A situação não é preocupante para a dinâmica inflacionária de curto prazo. Como a atividade está fraca, a inflação não ganha tração. Infelizmente a ‘boa notícia é que está ruim’”, ironizou. Reforça essa avaliação o fato de que o setor de serviços registrou deflação de 0,11% em julho. “O segmento continua em baixa, porque muitos serviços ainda estão fechados devido ao isolamento social, como cinemas e teatros. E mesmo os que reabriram, como os salões de beleza, ainda não apresentam muita demanda, seja porque as pessoas estão com medo de voltar a frequentar esses locais, seja porque estão sem renda”, explicou o coordenador do Índice de Preços da Fundação Getúlio Vargas (FGV), André Braz.


Arquivos deste item

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(ões)

Mostrar registro simples

Apoio:  


       Implementado com:  
     Estatísticas de uso  


Fale conosco:  


Biblioteca Acadêmico Luiz Viana Filho
Serviço de Biblioteca Digital - SEBID
Telefones:+55 (61) 3303-1267 / 3303-1268
E-mail: biblioteca@senado.leg.br
 
Senado Federal - Praça dos Três Poderes - Brasília DF - CEP 70165-900 | Telefone: 0800 61 22 11