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dc.contributor.authorAlmeida, Maria das Dores do Rosário-
dc.date.accessioned2024-09-02T19:29:08Z-
dc.date.issued2024-
dc.identifier.isbn97865-56765303-
dc.identifier.urihttps://www2.senado.gov.br/bdsf/handle/id/659108-
dc.descriptionInclui notas explicativas, bibliográficas e bibliografia.pt_BR
dc.descriptionInclui glossário Macacoariense.pt_BR
dc.description.abstractDescreve a origem e a evolução da Festa de São Sebastião em Carmo do Macacoari, uma comunidade tradicional ribeirinha e negra localizada no estado do Amapá. A festa começou como uma promessa feita por Januário Paulo do Rosário, um escravizado que fugiu e se estabeleceu na região no final do século XIX. Ele prometeu a São Sebastião que organizaria uma celebração se seu cavalo fosse salvo de uma peste, o que deu origem à festividade. Com o tempo, a festa se tornou uma manifestação cultural e religiosa importante, envolvendo toda a comunidade em rituais de preparação, como a socação do café e a matança de bois, além de procissões e danças. A celebração também reflete as mudanças sociais e econômicas da comunidade, com interferências da Igreja Católica e do capitalismo, que alteraram alguns dos rituais tradicionais. No entanto, a festa ainda mantém seu papel de preservar a identidade cultural e a memória ancestral da comunidade. A obra também destaca a importância das mulheres negras na organização e perpetuação da festa, além de criticar a perda de elementos tradicionais e a falta de envolvimento das gerações mais jovens na preservação dessa herança cultural.pt_BR
dc.description.statementofresponsibilityMaria das Dores do Rosário Almeidapt_BR
dc.description.tableofcontentsAnciões precursores da festividade -- No tempo dos mururés e dos bacurizeiros do Carmo do Macaquari a Carmo do Macacoari, de rio macacoa-ali a rio Macacoari -- tempo do promesseiro festeiro da festa de São Sebastião de Carmo do Macacoari: Januário Paulo do Rosário -- O tempo das aves ciganas e das poucas casas a origem da festa de são Sebastião de Carmo do Macacoari -- No tempo do festeiro e dos (as) promesseiros (as) na socação do café, na matança dos bois, na buscação dos santos, na procissão e na festa dançante com jantar -- A chegada dos promesseiros e promesseiras -- A torrefação e a socação do café -- A matança dos bois -- A buscação dos Santos e a procissão de São Sebastião -- A festa dançante: noites do “pau furado”, de sopro e cantarola -- O tempo dos outros as mudanças e as interferências religiosas, capitalistas e outras na festa de São Sebastião.pt_BR
dc.format.extent59 p. : il., colorpt_BR
dc.publisherSenado Federal, Conselho Editorial do Senado Federalpt_BR
dc.relation.ispartofseriesEdições do Senado Federal ; v. 328-
dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/*
dc.subject.otherRitos e cerimônias, Amapá (Estado)pt_BR
dc.subject.otherCrença religiosa, aspectos culturaispt_BR
dc.subject.otherComunidade negra, Brasilpt_BR
dc.subject.otherNegros, Brasil, séc. XIXpt_BR
dc.subject.otherFesta religiosa, Brasilpt_BR
dc.subject.otherIgreja Católica, Brasilpt_BR
dc.subject.otherSanto, Brasilpt_BR
dc.titleA promessa que virou a Festa de São Sebastião de Carmo do Macacoaript_BR
dc.typeTextopt_BR
dc.typeLivropt_BR
local.publisher.placeBrasíliapt_BR
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