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Campo DCValorIdioma
dc.contributor.authorSenado Federal. Instituição Fiscal Independente-
dc.contributor.otherSilva, Marcus Vinícius Caetano Pestana da-
dc.contributor.otherAndrade, Alexandre Augusto Seijas de-
dc.contributor.otherCasalecchi, Alessandro Ribeiro de Carvalho-
dc.contributor.otherNogueira, Eduardo Jacomo Seraphim-
dc.contributor.otherBacciotti, Rafael da Rocha Mendonça-
dc.contributor.otherSouza, Pedro Henrique Oliveira-
dc.contributor.otherda Silva, Thuane Vieira Rocha-
dc.contributor.otherCorso, Carmensita-
dc.contributor.otherLeal, Gabriela Borges de Mello-
dc.contributor.otherLeal-
dc.date.accessioned2024-10-29T16:27:18Z-
dc.date.issued2024-10-17-
dc.identifier.urihttps://www2.senado.gov.br/bdsf/handle/id/660650-
dc.description.abstractA dívida bruta do Brasil atingiu um patamar significativo até agosto de 2024 e deve fechar o ano ainda mais alta. As projeções indicam que pode continuar a crescer nos próximos anos, com um aumento total previsto durante o atual mandato presidencial. Esse crescimento é impulsionado pela elevação dos juros e pelas emissões primárias líquidas. Embora a Moody's tenha elevado a classificação de risco do Brasil, as agências Fitch e Standard & Poor’s não acompanharam essa revisão. O nível de endividamento brasileiro é considerado médio em comparação à Zona do Euro, mas acima de países emergentes e da América Latina.pt_BR
dc.description.statementofresponsibilityInstituição Fiscal Independentept_BR
dc.description.tableofcontentsDívida pública: principal termômetro da saúde fiscal -- Evolução e perspectiva do deflator do PIB -- Considerações sobre a trajetória recente da dívida bruta e de seus condicionantes -- Inconsistência da política fiscal segue como entrave para obtenção do grau de investimento -- Revisão do rating soberano do país reforça discussão sobre a condução da política fiscal -- Considerações sobre as metodologias adotadas pelas principais agências de classificação de risco -- Endividamento em moeda local não garante imunidade a reestruturação da dívida -- Comparação internacional não é favorável ao Brasil -- Visões convergentes e divergentes entres as agências de avaliação de risco -- Projeções da IFI.pt_BR
dc.format.extent21 p.; graf.; il.pt_BR
dc.publisherSenado Federal, Instituição Fiscal Independentept_BR
dc.relation.ispartofseriesRelatório de acompanhamento fiscal ; n. 93pt_BR
dc.rightsCC0 1.0 Universal*
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/publicdomain/zero/1.0/*
dc.subject.otherOrçamento público, Brasilpt_BR
dc.subject.otherFinanças públicas, Brasilpt_BR
dc.subject.otherProduto interno brutopt_BR
dc.subject.otherCrescimento econômicopt_BR
dc.subject.otherDívida pública, Brasilpt_BR
dc.titleRelatório de acompanhamento fiscal : outubro 2024pt_BR
dc.typeTextopt_BR
dc.typeRelatóriopt_BR
dc.typeNota técnicapt_BR
local.publisher.placeBrasíliapt_BR
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