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dc.contributor.authorMcClaskey, Layla Salles-
dc.date.accessioned2026-09-11T18:20:11Z-
dc.date.issued2025-
dc.identifier.citationRevista de informação legislativa, v. 62, n. 247, p. 65-85, jul./set. 2025pt_BR
dc.identifier.urihttps://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/961899-
dc.descriptionInclui notas explicativas, bibliográficas e bibliografia.pt_BR
dc.descriptionTexto em português; resumos em português e inglês.pt_BR
dc.description.abstractA aprovação de um regime substitutivo da regra do chamado teto de gastos resultou da interação dos Poderes Executivo e Legislativo. Contudo, dadas as tensões do sistema presidencialista e as deliberações da aprovação da Proposta de Emenda Constitucional nº 32/2022, que deu origem à Emenda Constitucional nº 126/2022, questiona-se a manutenção do objetivo da regra fiscal. Neste artigo, analisa-se a Instituição Fiscal Independente brasileira (IFI) como entidade apolítica e técnica na elaboração de normas fiscais em nível federal. Para isso, examinam-se sua estrutura e seu papel tanto à luz das diretrizes do Direito da Regulação quanto por meio do seu cotejamento com a experiência da Alemanha, país com práticas fiscais e concentração de competência no Poder Legislativo federal. Os receios do ato inaugural da IFI traduzidos em restrições repetem-se naquele país, mas não impedem uma governança fiscal mais arrojada que a do Estado brasileiro.pt_BR
dc.description.statementofresponsibilityLayla Salles McClaskey.pt_BR
dc.description.tableofcontentsUm novo teto de gastos e a governança em matéria fiscal -- As entidades fiscais autônomas internacionais e a Instituição Fiscal Independente -- A Instituição Fiscal Independente e seu controle pelo Poder Legislativo -- A Instituição Fiscal Independente e o caso da Alemanha.pt_BR
dc.description.tableofcontentsApresenta quadros intitulados "Quadro 1 Elementos institucionais de controle político", p.73; "Quadro 2 A autonomia da Instituição Fiscal Independente", p.75; "Quadro 3 A autonomia do Conselho Consultivo de Especialistas em Economia", p.77; "Quadro 4 A autonomia do Grupo de Projeções Econômicas", p.77; "Quadro 5 A autonomia do Conselho Científico Consultivo do Ministério Federal das Finanças", p.78; "Quadro 6 A autonomia do Grupo de Trabalho de Previsões de Receitas Tributárias", p.79; "Quadro 7 A autonomia do Conselho de Estabilidade", p.80; "Quadro 8 A autonomia do Conselho Consultivo Independente para o Conselho de Estabilidade", p.80.pt_BR
dc.description.urihttps://www12.senado.leg.br/ril/edicoes/62/247/ril_v62_n247_p65.pdf-
dc.relation.ispartofRevista de informação legislativapt_BR
dc.rightsAttribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Brazil-
dc.rights.urihttps://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/br/-
dc.subject.otherBrasil. Congresso Nacional. Senado Federal. Instituição Fiscal Independentept_BR
dc.subject.otherGovernança regulatória, Brasil, 2025pt_BR
dc.subject.otherPoder legislativo, controle, Brasil, 2025pt_BR
dc.subject.otherPolítica fiscal, controle, Brasil, 2025pt_BR
dc.subject.otherGovernança regulatória, Brasil, Alemanha, 2025pt_BR
dc.titleGovernança fiscal : o papel da Instituição Fiscal Independente e seu controle pelo Poder Legislativopt_BR
dc.title.alternativeFiscal governance : the role of the independent fiscal institution and its control by the Brazilian legislative poweren
dc.typeTextopt_BR
dc.typeArtigo de revistapt_BR
dcterms.identifierhttps://doi.org/10.70015/ril_v62_n247_p65-
local.citation.volume62-
local.citation.issue247-
local.citation.spage65-
local.citation.epage85-
local.publisher.placeBrasília-
local.relation.ispartofid/961798-
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