Use este identificador para citar ou linkar para este item: https://www2.senado.leg.br/bdsf/handle/id/695737
Título: Por uma cultura jurídica decolonial : o pensamento colonizador e a necessidade de uma formação pluralista da magistratura brasileira
Título(s) alternativo(s): For a decolonial legal culture : colonizing thinking and the need for pluralistic training of the Brazilian magistracy
Autor(es): Frazão, Hugo Abas
Data do documento: 2024
Citação: Revista de informação legislativa, v. 61, n. 244, p. 21-40, out./dez. 2024
Resumo: Investiga o legado do pensamento colonizador na cultura jurídica brasileira e suas manifestações na desigualdade social. Fortalece essa perspectiva a apresentação de decisões da Corte Interamericana de Direitos Humanos que evidenciam a persistência das discriminações étnico-raciais e socioeconômicas no País. Com abordagens do Direito Constitucional Comparado e da História do Direito, o estudo confronta o pensamento hegemônico e o plural, bem como as constituições simbólicas e as transformadoras. Ancorado no princípio da igualdade e na apreciação da diversidade das culturas jurídicas, sugere que o constitucionalismo cultural é uma ferramenta potente para desconstruir o pensamento colonizador. Com o objetivo de propiciar a transformação decolonial2 do (e desde o) Judiciário, afirma a necessidade da contínua formação dos juízes em Direitos Humanos. Conclui que a internalização do pensamento decolonial e o respeito aos direitos humanos na educação jurídica é crucial para formar um Judiciário mais inclusivo e comprometido com a justiça e a equidade.
Descrição: Inclui notas explicativas, bibliográficas e bibliografia.
Texto em português; resumos em português e inglês.
URI: https://www2.senado.gov.br/bdsf/handle/id/695737
Aparece nas coleções:Artigos (RIL)

Arquivos associados a este item:
Arquivo Descrição TamanhoFormato 
in00001417845_RIL_v.61_n.244_p.021-040.pdf562,93 kBAdobe PDFThumbnail
Visualizar/Abrir
in00001417845_RIL_v.61_n.244_p.021-040.epub394,23 kBEPUBVisualizar/Abrir


Este item está licenciada sob uma Licença Creative Commons Creative Commons