Encerrou o ciclo de audiências públicas sobre a criação do Exame Nacional de Proficiência em Medicina, proposto pelo senador Marcos Pontes (PL-SP). O exame seria obrigatório para novos médicos obterem registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). Participantes das audiências divergiram: enquanto alguns defenderam testes seriados e maior fiscalização das faculdades, outros apoiaram o exame como forma de melhorar a qualidade do ensino médico. O médico Gonzalo Vecina Neto criticou a aplicação de uma única prova, e o presidente da Associação Paulista de Medicina, Antonio José Gonçalves, destacou que a avaliação pode estimular as escolas a aprimorarem a formação dos alunos. A senadora Teresa Leitão (PT-PE) também questionou a eficácia da proposta, que agora aguarda votação na CAS.